domingo, 31 de julho de 2011

Jaguarão (Brasil) x Rio Branco (Uruguai)
























O começo de Jaguarão remonta a 1802 com um acampamento militar fundado às margens do Rio Jaguarão pelo tenente-coronel Manuel Marques de Sousa. Em 1777, com o Tratado de Santo Ildefonso, o município de Jaguarão ficava em terras espanholas. A primeira vila que começou a se formar a partir de 1751 no Rio Grande do Sul foi Rio Grande que, com a invasão dos espanhóis em 1763, transferiu sua sede de governo para Viamão.
Com Dom João VI no Brasil, em 1808 e 1809, são criados definitivamente os municípios de Porto Alegre, Rio Grande, Rio Pardo e Santo Antônio da Patrulha. Cachoeira do Sul, vizinha de Rio Pardo, foi criada dez anos mais tarde. Em dezembro de 1830 criaram-se Pelotas e Piratini e em outubro de 1831, Alegrete, Caçapava do Sul, São José do Norte e Triunfo.
Jaguarão foi elevada a vila em 6 de julho de 1832, sendo o 12º município do estado. Situa-se na parte meridional do estado, na fronteira com a cidade de Rio Branco no Uruguai, às margens do Rio Jaguarão, que nasce na região montanhosa perto do município de Pinheiro Machado e corre aproximadamente em direção norte-sul até atingir as alturas de Aceguá, voltando-se depois para noroeste-sudeste, marcando a partir desta parte o limite entre as faixas centro-sul do estado e centro-oriental do Uruguai. Passa entre Rio Branco e o município de Jaguarão e deságua na Lagoa Mirim. Seu curso é de aproximadamente 270 quilômetros.
Uma das principais causas da criação de Jaguarão, foi a falta de acesso à justiça do então vila do Espírito Santo do Serrito no Jaguarão. Mesmo elevado a vila em outubro de 1832, o município propriamente dito demorou a se instalar. Em 22 de Maio de 1833 o município de Jaguarão desmembrou-se de Rio Grande e deu posse aos seus primeiros vereadores.
O município é conhecido por suas belas portas e está conservada e preservada por seus habitantes, exceto a Enfermaria Militar. Os exemplos de Arquitetura Eclética do centro da cidade datam de 1876 e de 1920, com frisos e marquises, e portas em estilo artesanal português.
Hoje a Estação Férrea de Jaguarão pertence a loja Maçônica General Osório 140 (Grande Loja), e esta em fase de restauração com grande parte concluída.
ARQUITETURA:
Encontra-se um acervo esplendoroso, conservado nas construções que datam da metade do século XIX. Mais de 800 prédios estão catalogados na Prefeitura Municipal por suas fachadas que conservam vários estilos arquitetônicos, onde predomina a beleza dos portais, obras artesanais de ramo primor.

Pontos turísticos:

O Museu Carlos Barbosa, construído em 1886, em estilo neoclássico, com 656m², residência do ex-presidente da Província, Dr. Carlos Barbosa Gonçalves, transformada em Museu e que permanece até hoje, como se ainda fosse habitada;
As Igrejas Matriz do Divino Espírito Santo, com altares esculpidos à mão; e a Imaculada Conceição, em estilo gótico;
O Cerro da Pólvora, de onde se descortina uma vista panorâmica da cidade;
A Ponte Internacional Barão de Mauá, inaugurada em 1930, uma das maiores obras da fronteira, unindo Jaguarão à cidade uruguaia de Rio Branco;
O Balneário da Lagoa Mirim, do lado uruguaio, paraíso ecológico, onde funciona o Cassino Oficial, convite para quem gosta de arriscar.
A rua 20 de Setembro, batizada Beira Rio, de onde se descortina o Rio Jaguarão, a grandiosidade da Ponte Internacional Mauá e a cidade de Rio Branco.
Ponte Internacional Barão de Mauá inaugurada em 1930 uma das maiores obras da fronteira unindo Jaguarão a Rio Branco, Uruguai;
Casa de Cultura Pompílio Neves de Freitas;
Prédio da Estação Férrea;
Ruínas da enfermaria militar;
Igreja Matriz do Divino Espírito Santo, com altares esculpidos a mão;
Igreja Imaculada Conceição em estilo gótico;
Museu Carlos Barbosa Gonçalves - Prédio constituído em 1886 em estilo Neoclássico, com 656m², residência do ex-presidente da província. Dr. Carlos Barbosa, transformada em museu e que permanece até hoje como se ainda fosse habitada;
Praça Dr. Alcides Marques;
Teatro Esperança;
Mercado Municipal;
Hangar da Varig do início do século XX, hoje abandonado;
Cinema Regente, hoje não está em funcionamento, mas aberto para eventos;
Mercado Público Municipal - Início da construção em 1864 e concluída em julho de 1867. O Mercado Público Municipal, construído em estilo colonial português, tem formato de “U”, e traz um pátio interno, como as antigas casas portuguesas. Foi tombado pelo IPHAE, em 1990, está localizado num local privilegiado, pois de seu prédio avista-se o rio Jaguarão e a Ponte Internacional Mauá.


RIO BRANCO - URUGUAI

Río Branco é uma cidade do Uruguai localizada no departamento de Cerro Largo. A cidade deve seu nome ao brasileiro Barão do Rio Branco, sendo limítrofe com a cidade brasileira de Jaguarão.
Sua atividade principal são os diversos free-shops, que atraem uma grande quantidade de brasileiros.

São Lourenço do Sul










A origem de São Lourenço do Sul remonta ao final do século XVIII, quando a Coroa Portuguesa distribuiu sesmarias aos militares luso-açorianos que lutaram contra os espanhóis.
Aqui se estabeleceram, então, grandes latifúndios de exploração pecuária - as estâncias ou fazendas em cujas sedes foram construídas capelas em homenagem aos santos de devoção das famílias.
Em 1807, moradores da Fazenda do Boqueirão exigiram a capela consagrada a Nossa Senhora da Conceição e, em 1815, foi iniciada a construção de uma capela devotada a São Lourenço na estância com o seu nome. Em 1901 foi inaugurada a Igreja Nossa Senhora dos Navegantes com a 1ª Festa em homenagem à Rainha do Mar.
Por decreto de D. Pedro I, a Fazenda do Boqueirão foi elevada a Freguesia em 1830, quando se desmembrou da Vila de Rio Grande e se incorporou à Vila de São Francisco de Paula (atual cidade de Pelotas).
Em 1850, o Coronel José Antônio de Oliveira Guimarães doou parte da Fazenda São Lourenço, situada na margem esquerda do rio, para uma nova povoação. Ele também em 1858, firmou contrato comercial com o prussiano Jacob Rheingantz, para a criação da Colônia São Lourenço, o que deu origem a colonização alemã e predominantemente pomerana na região. Rheingantz foi diretor da colônia até 1877, quando faleceu, tendo sido substituído pelo seu genro, Barão Kurt August Adolf von Steinberg que a dirigiu até 1890.
O pequeno porto junto ao rio São Lourenço, que já servira à esquadra comandada por Giuseppe Garibaldi durante a Revolução Farroupilha, passou a ser um dos mais importantes portos de veleiros mercantes do sul do Brasil, contribuindo para o progresso da Colônia São Lourenço que se transformou em uma potência agrícola - a maior produtora de batata da América do Sul durante o século XIX e parte do século XX.
Em 26 de abril de 1884, a Freguesia de Boqueirão foi promovida à categoria de Vila, separando-se de Pelotas.
Graças ao crescimento do porto junto ao rio São Lourenço e ao fortalecimento do comércio, inclusive de exportação principalmente dos produtos agrícolas provenientes da Colônia São Lourenço, em 15 de fevereiro de 1890, a Freguesia de São Lourenço foi promovida à categoria de Vila, reunindo as freguesias de Boqueirão e São João da Reserva.
Em 31 de março de 1938, a Vila de São Lourenço tornou-se cidade, verificando-se acentuado progresso, uma vez que toda produção agrícola era comercializada devido à facilidade dos transportes aquáticos.
De colonização alemã, é uma das mais belas cidades da chamada Costa Doce (devido às lagoas de água doce da região). Além da agricultura e da pesca, possui forte vocação turística, apoiada por uma boa infra-estrutura de hotéis, pousadas, cabanas e campings para os veranistas que vêm de diversos lugares do Brasil. Ao turista que queira conhecer um pouco do interior do município há o Caminho Pomerano, opção para que gosta da zona rural e conhecer a etnia da qual descendem boa parte dos moradores de São Lourenço do Sul.
As praias de São Lourenço do Sul são de água doce, à beira da Lagoa dos Patos. São cinco quilômetros de orla com ondas cristalinas e rasas à sombra de plátanos, figueiras e coqueiros. As principais são a praia das Ondinas ou praia das Mães, a praia da Barrinha, e a praia das Nereidas ou praia das Crianças.

Cristal







Mesmo tendo sido fundando em 1988, desmembrado de Camaquã, a região tem importância histórica no Rio Grande do Sul, principalmente no que tange aos cenários da Revolução Farroupilha e foi palco de batalha conhecida como batalha do Passo do Mendonça em 1923 na Revolução Assisista. Ali está o Parque Bento Gonçalves, com um museu, que anteriormente era a casa deste revolucionário.

Camaquã








A região onde atualmente está localizado Camaquã já era conhecida desde os tempos coloniais de 1714. Por volta de 1763 diversos casais açorianos foram descendo para o Sul, localizando-se na margem esquerda do Estuário Guaíba e da margem direita da Lagoa dos Patos, fundando fazendas e charqueadas até o Rio Camaquã.
O povoamento da região foi despertado pelo interesse religioso e pecuário. A população cresceu com a vinda dos imigrantes: portugueses, franceses, poloneses, alemães, espanhóis, negros e com os já donos desta terra os irmãos indígenas. Constava do extenso território da Freguesia do Triunfo, as sesmarias do Cordeiro, do Duro e do Cristal de propriedade do Capitão Joaquim Gonçalves da Silva, pai de Bento Gonçalves, que ao doar terreno na atual localidade da Capela Velha, 8º distrito requereu autorização para fundar a Capela Curada de São João Batista de Camaquã.
Em 9 de dezembro de 1815 foi concedida a licença para a criação da capela. Esta é a primeira data oficial consolidando a criação de uma comunidade. É, portanto, seu fundador, segundo pesquisas do historiador Luis Alberto Cibilis, o Capitão Joaquim Gonçalves da Silva, doador do primeiro terreno para construção da Capela e o requerente da provisão que a criou. Embora haja uma corrente que atribua a filha do Capitão Joaquim, que doou o terreno onde ainda encontra-se a Igreja e dos terrenos ao redor desta (a primeira capela não serviria para sede do município por ser desprovida de recursos hídricos)como a real fundadora da cidade, haja vista que foi o local definitivo de sua instalação. A 19 de abril de 1864, a Lei Municipal nº 569 cria o município de São João Batista de Camaquã. Camaquã possui também a riqueza de fatos históricos decorrentes do período da Revolução Farroupilha (1835-1845).
Como destaque os heróis como o general Bento Gonçalves, o general Antônio de Souza Netto, proclamador da República Rio-Grandense, André Pacheco e o Revolucionário Italiano Giuseppe Garibaldi com sua fiel e brava companheira Anita Garibaldi.
Camaquã também é a terra natal de José Antônio Netto, conhecido como General Zeca Netto, um líder maragato da Revolução de 1923 que em luta contra os chimangos de Borges de Medeiros, manteve sob seu domínio a cidade de Pelotas, com grande apoio popular, durante seis horas. Zeca Netto tinha como ídolo militar seu tio General Netto.
Dentre os diversos significados dados ao município de Camaquã o mais adequado segundo o autor Antonio Cândido Silveira Pires é o de rio correntoso ou rio forte. Camaquã vem de Icabaquã e na língua tupi-guarani, onde "I" significa rio, água e "Cabaquã" quer dizer velocidade, correnteza. O Rio Camaquã cruza a região, sendo a origem do nome do município.

Curiosidades sobre Camaquã:
A Barragem do Arroio Duro é 170 milhões de metros cúbicos de água acumulada para irrigar a área de 50 mil hectares;
Possui a maior fogueira de São João dentro d`água do País;
É a cidade com a maior criação de Chinchilas do Brasil - A Multichila;
Possui uma das melhores cabanhas de Búfalos do Brasil;
Capital Brasileira do Arroz parboilizado;
Município onde residia Bento Gonçalves, líder da Revolução Farroupilha;
Município que Barbosa Lessa (toada Negrinho do Pastoreio), um dos maiores escritores gaúchos, adotou para viver. O sítio Água Grande fica a 30 km da zona urbana está aberto a visitações. Faz divisa com uma tribo de índios guaranis e possui a mais alta cachoeira do Arroio Duro, cenário de um duelo filmado por Tabajara Ruas e Beto Souza no longa-metragem Netto Perde sua Alma;
Terra do romance A Casa das Sete Mulheres da gaúcha Letícia Wierzchowski;
Cidade de inspirações literárias e cenário de gravações televisivas, como "O Tempo e o Vento (O Continente, O Retrato e O Arquipélago)" de Érico Veríssimo, "Laços de Família" de Manoel Carlos, "A Casa das Sete Mulheres" adaptação de Jayme Monjardim sobre a Revolução Farroupilha;
Em 30 de julho de 1923, durante a Revolução de 1923, Camaquã foi bombardeada por um avião pilotado pelo aviador Noêmio Ferraz. O prédio atingido foi reconstruído, sendo atualmente ocupado pela Câmara de Municipal Vereadores. Esta foi uma das raras agressões por meio aéreo realizadas no estado do Rio Grande do Sul;
Maior festa a fantasia do sul do estado - O BAILOKO;
Maior evento gospel do Estado, o Aldeia Gospel;
Terra natal de Angelita Feijó, socialite, modelo e atriz de telenovelas;
Terra natal de Cezar Malterano, ator e autor de teatro e Televisão;
Terra natal do futebolista Cléber Nelson de Andrade Raphaelli, um volante que atuou em equipes nacionais, dentre elas, Brasil de Pelotas, Sociedade Esportiva e Recreativa Caxias do Sul, Criciúma Esporte Clube e Goiás Esporte Clube. Conquistou os títulos como o Campeonato Brasileiro da Segunda Divisão (2002), Copa do Brasil (2004), Campeonato Catarinense (2005) e Campeonato Goiano (2006);
Terra natal de Rodrigo Tavares, baixista, guitarrista, vocalista e compositor. Integrante da Fresno (banda) desde 2006, onde é baixista e vocal;
Terra natal da banda de rock Doctor Dog, vencedora, dentre 700 bandas, do Concurso Chance, promovido pelo Grupo RBS, e uma das 10 seminalistas, dentre 11.521 bandas de todo o País, no Concurso Gas Sound, promovido pelo Guaraná Antartica e Rede TV;
O Bugre Camaqüense: O Guarany Futebol Clube (Camaquã) é o clube futebolístico mais expressivo do município. Atualmente disputa o Campeonato Gaúcho de Futebol - Segunda Divisão. Tem como sede o Estádio Coronel Sílvio Luz com capacidade para 3000 pessoas;
O Jeep Clube Camaquã é um dos mais influentes grupos de Jeep Cross na região sul do estado.

sábado, 16 de julho de 2011

Passo Fundo







Passo Fundo é a maior cidade do norte do RS, sendo considerada cidade média, com população estimada em 184.869 habitantes. A cidade é conhecida como "Capital do Planalto Médio" e "Capital Nacional da Literatura".
O município Passo Fundo, emancipado em 28 de janeiro de 1857, teve sua formação a partir de 1827, como resultado da ocupação do Planalto Médio e Alto Uruguai, e seu território original hoje abriga 107 municípios do Rio Grande do Sul. Leva esse nome em razão de um rio de mesmo nome utilizado pelos tropeiros desde o século XVIII.
Em 1827 foi fundada pelo cabo Manuel José das Neves a Fazenda Nossa Senhora da Conceição Aparecida, nas terras que recebeu da Comandância Militar de São Borja. Essa fazenda foi a retomada da povoação da região onde hoje fica o município de Passo Fundo. Sua sede ficava onde hoje está a Praça Tamandaré. Em um terreno de nove metros quadrados doados à Igreja, foi erguida em 1835 a Capela de Nossa Senhora da Conceição, próximo a onde hoje fica localizada a Catedral de Passo Fundo.
Em 1830, o capitão Joaquim Fagundes dos Reis foi designado pela Comandância Militar de São Borja para exercer a função de comissário na nascente povoação, sendo assim considerado a primeira autoridade da cidade
Em 1827 foi fundada pelo cabo Manuel José das Neves a Fazenda Nossa Senhora da Conceição Aparecida, nas terras que recebeu da Comandância Militar de São Borja. Essa fazenda foi a retomada da povoação da região onde hoje fica o município de Passo Fundo. Sua sede ficava onde hoje está a Praça Tamandaré. Em um terreno de nove metros quadrados doados à Igreja, foi erguida em 1835 a Capela de Nossa Senhora da Conceição, próximo a onde hoje fica localizada a Catedral de Passo Fundo.
A Revolução Farroupilha quase causa o desaparecimento de Passo Fundo. Em 1833 a então freguesia tinha 419 habitantes. Quando do fim da revolução, em 1843 restavam cerca de 60 pessoas em precárias condições. Desestruturada pelas requisições de mantimentos, gado e cavalos pelas tropas que passaram pela região, reergueu-se e chegou a vila em 7 de agosto em 1857, quando foi instalada, sob a presidência de Manuel José de Araújo, a Câmara Municipal, com poderes executivos e legislativos.
Anos depois, no final do século, seu território foi palco de uma das mais sangrentas batalhas da Revolução Federalista: a Batalha do Pulador.
Em abril de 1964, o governador Ildo Meneghetti estabeleceu em Passo Fundo o governo do Estado do Rio Grande do Sul por 4 dias devido ao Golpe Militar de 1964.
Em 1979, ocorreu a Revolta dos Motoqueiros, única rebelião, no Estado, liderada por motociclistas, durante o Regime Militar.
Entre os principais bairros de Passo Fundo, estão:
São Cristóvão: É o maior bairro da cidade, e o melhor estruturado, possui o campo da Brigada Militar e o Estádio do Vermelhão da Serra como seus principais atrativos. Sua população é de aproximadamente 50 mil habitantes.
Boqueirão: É o segundo bairro mais importante da cidade, porém o mais completo, possui várias lojas, postos de gasolina, agencias bancarias, e outros serviços importantes. Nele está localizado o ginásio Teixeirinha.
Petrópolis: Outro bairro importante para a cidade, no qual está localizado o Bourbon Shopping e a RBS TV.
Vera Cruz: Chamada de "grande Vera Cruz", o bairro fica localizado na zona norte da cidade, possui um porte médio, contudo, está desenvolvendo-se rapidamente. O bairro, é ponto importante para a construção, e muitas construtoras apostam nessa área para moradias e pontos comerciais.
São José: Um bairro pequeno, porém importante para Passo Fundo, pelo fato de estar na entrada da cidade e nele estar localizada a UPF (Universidade de Passo Fundo) e o Aeroporto Nacional Lauro Kortz. Sua população é de aproximadamente 14 mil habitantes.
Centro: O centro da cidade chama a atenção por ser um dos municípios com maior densidade de edifícios do Rio Grande do Sul.

Pontos turísticos:

Praça do Teixeirinha - Praça onde se encontra o monumento em homenagem ao conhecido cancioneiro tradicionalista Victor Mateus Teixeira, o Teixeirinha.
Marcos do Pulador - São dois marcos históricos, em forma de capitel, da Batalha do Pulador ocorrida durante a Revolução Federalista de 1893. De um lado, posiciona a Força Revolucionária dos federalistas ou "Maragatos" , de outro o Marco das Forças Legalistas Republicanas ou "Chimangos".
Complexo Turístico de Roselândia - O local possui uma área com mais de 200 hectares, abrangendo cerca de 22 entidades, entre a sede campestre de clubes, CTG, kartródromo, escola de equitação e Parque de rodeios, sendo que somente este possui uma área de 75 mil metros de mata nativa
Parque da Gare - O conjunto arquitetônico que forma o Parque da Gare relembra o antigo local onde passava o trem, tendo como ponto alto o "Monumento ao Homem Voador", evocando o ferroviário. Atualmente o parque conta com espaços alternativos de lazer, prática esportiva, exposições de natureza cultural e artística.
Praça Marechal Floriano - Principal praça do município e cartão postal da cidade. Bastante arborizada, nela encontra-se a 'Cuia de Passo Fundo', símbolo oficial da cidade, doada em 7 de agosto de 1957, pelo Governador de São Paulo como presente pela passagem do centenário de Passo Fundo.
Chafariz da Mãe Preta - Construído em terra doada pelo Capitão Manoel José das Neves. No princípio servia para abastecer a vila de Passo Fundo. De acordo com a lenda, quem beber da água da fonte retornará a Passo Fundo.
Monumento das Missões - Monumento em homenagem à Redução de Santa Tereza de Igaí, fundada em 1632 pelo Padre Francisco Ximenes, considerada marco da expansão da Companhia de Jesus, os Jesuítas, no Planalto Médio.
Sétimo Céu - Belvedere localizada no bairro Petrópolis, de onde se tem uma vista completa da cidade. Muitas pessoas sobem ao local para apreciar o pôr-do-sol. O lugar já rendeu até composições musicais e Literárias como a canção homônima do músico local Eliezer Machado e o conto Sétimo Céu escrito por Markeli Rosin.